O
ser humano é capaz de contradições notáveis. Nesta quarta-feira (12/11), pela
primeira vez, uma sonda espacial pousou no núcleo de um cometa, a 500 milhões
de km da Terra. A sonda Rosetta, em um projeto ambicioso já está coletando
dados sobre o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Tal pesquisa é considerada um passo
que trará um avanço notável no que sabemos sobre o universo. Se bem que seu
objetivo, saber sobre a origem da vida, eu creio poder conhecer em outra fonte,
escrita há mais de dois mil anos: a Bíblia.
Não
questiono a importância nem a validade deste empreendimento, mas vejo que a
busca por vida no espaço, mais precisamente vida inteligente pode esperar por
uma pesquisa deste tipo aqui mesmo no planeta Terra. Mais precisamente nos
territórios onde o ISIS atua. Os jihadistas deste grupo têm a fama de sanguinários,
impiedosos e cruéis. O mundo está, em grande parte, calado ou omisso diante de
suas atrocidades. Há, sim, um projeto de “conquista” por parte do Islã, ainda silencioso.
Sabemos que essa aparência pacífica deste movimento é conveniente, somente
perdurando enquanto ainda não há força para oprimir e subjugar os discordantes.
Depois de fortes, sua visão é imposta a preço de sangue. Sangue, é claro, dos
outros. Quando muito, de seus jovens terroristas suicidas, enganados quanto a
escravas virgens em uma eternidade que, acreditem, nada terá de prazerosa.
É
hora de cada país livre, e falo especialmente sobre o Brasil, começar a deixar
o “politicamente correto” de lado e começar a esclarecer desde as crianças até
os anciãos sobre o que realmente significa o Islã antes que nossos “incorruptíveis”
políticos estejam, em pouco tempo, aprovando a “Sharia” islâmica em nosso país.
Ainda sobre nossos políticos: o Brasil está atuando diplomaticamente sob o
mantra “o inimigo de meu inimigo é meu amigo” se alinhando com países “bolivarianos”
e muçulmanos, inimigos históricos dos EUA. Estamos errando de amigos. Depois se
ofendem quando nos chamam de anões diplomáticos...
Precisamos
lançar uma sonda em nosso próprio planeta para mapear onde existe não vida biológica,
mas sim vida abundante, aquela prometida por Jesus, tão diferente da prometida
pelos decapitadores, pelos suicidas, pelos anti-semitas, que só podem prometer matar,
roubar e destruir. Antes que sejamos,
como os alemães nas décadas de 30/40, enganados por falsas promessas que tanto
seduzem os jihadistas, encontrados no fértil terreno da miséria e dos líderes
que dela sobrevivem.
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